SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

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04 de julho de 2015

O Globo


Manchete : Grécia, dividida, decide seu futuro

Referendo pode definir permanência do país no euro

Manifestantes tomam ruas de Atenas, às vésperas da consulta. Pesquisa mostra empate entre ‘sim ’ e ‘não’ às exigências da UE. Bancos podem ficar sem dinheiro

Às vésperas do referendo de amanhã, quando a Grécia decidirá se aceita ou não as medidas de austeridade pedidas pela União Europeia para liberar um socorro ao país, milhares de manifestantes tom aram as ruas de Atenas . Os protestos pelo “sim” e pelo “não” reuniram praticamente o mesmo número de pessoas, cerca de 20 mil cada, e mostraram o racha no país. Pesquisa constatou empate técnico nas intenções de voto. Se o “não” ganhar e a Grécia não conseguir renovar o acordo com a UE, o país pode ser forçado a sair do euro. Desde segunda, os gregos só podem sacar € 60 por dia. Mesmo assim, não se sabe se os bancos terão dinheiro suficiente no fim de semana. (Págs. 21 a 23)

‘Não sou nenhuma besta-fera’

Moro rebate críticas à sua atuação. Delator liga doações ao PT a contratos com Petrobras

Em palestra no congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), o juiz Sérgio Moro defendeu a transparência nas investigações da Lava-Jato e reagiu a seus críticos: “Não sou nenhuma besta-fera. ” Em delação, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, relacionou doações de R$ 3,9 milhões que fez ao PT a contratos de sub empreiteira com a Petrobras. Ele entregou planilha com repasses feitos apolíticos de 14 partidos. (Págs. 7 e 8)

Peço a Deus para Dilma ficar tranquila, afirma Lula (Pág. 6)


Aécio diz duvidar que petista chegue ao fim do mandato (Pág. 3)


MP rastreia propina na Suíça

O Ministério Público busca US$ 3,5 milhões que seriam do ex-secretário de Assistência Social do Rio Rodrigo Bethlem, segundo informações passadas pelo BSI da Suíça, revelam LUIZ GUSTAVO SCHMITT e LUIZ ERNESTO MAGALHÃES. Os promotores já localizaram US$ 710 mil que seriam propina de ONG. (Pág. 9)

Ofensas racistas são investigadas

Os Ministérios Públicos do Rio e de SP vão investigar as ofensas racistas na web a Maria Júlia Coutinho, do “Jornal Nacional”, da Globo. O caso gerou onda de apoio à jornalista. (Pág. 27)

Tocha com a cara do Rio

Apresentado ontem, com recortes do Rio e cores do Brasil, o símbolo dos Jogos 2016 passará por 300 cidades, conduzido por 12 mil pessoas (Caderno Especial)

Flip 2015 - Corrupção e história em debate

A política deu o tom da festa ontem. Aplaudido, o historiador Boris Fausto disse que a cúpula do PT é formada “por gente corrupta”. (Pág. 12)

Novo round - Biografias voltam à pauta

Depois de decisão do STF contra a censura prévia, Senado retoma debate sobre o tema (Segundo Caderno)

Ilimar Franco

A união nacional

O PSDB não tem interesse num governo de união nacional dirigido pelo vice Michel Temer. Neste caso, a sigla seria chamada a participar e não poderia, politicamente, se recusar a integrar um esforço de salvação nacional. Especialistas avaliam ainda que os tucanos seriam convocados para cuidar da área em que têm PHD: a economia. Quem fez o Real, teria a tarefa de enfrentar a crise. (Pág. 2)

Merval Pereira

Por baixo do pano

A conversa que o vice Michel Temer teve com a presidente Dilma na quinta-feira, assim que ela chegou da viagem aos Estados Unidos, pode ter sido tudo, menos estimuladora para que ele continue na coordenação política do governo por muito tempo. (Pág. 4)

Míriam Leitão

O dever do Juiz

Os jornalistas chamam de lide as informações mais importantes registradas no primeiro parágrafo de uma notícia. Quem esperava uma declaração bombástica do juiz Sérgio Moro, contra investigados da operação Lava-J ato, saiu frustrado do Congresso dos jornalistas investigativos. Mas, no caso, o lide foi a falta de lide. O juiz cumpre com exatidão seu papel institucional, e esta é a melhor notícia. (Pág. 22)

Editoriais

Persistem as dificuldades no ensino básico

Como em 2013 os Estados Unidos gastaram 5,2% do PIB em Educação e o Brasil destinou 6,2% ao setor , conclui-se que é preciso melhorar a gestão do dinheiro (Pág. 18)

Compromisso assumido na energia renovável é realista

O consumo crescerá nos próximos anos no país, e para atendê-lo será inevitável o uso também de combustíveis fósseis, que pode ser compensado por fontes mais limpas (Pág. 18)

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O Estado de S. Paulo


Manchete : Juiz diz não prender para forçar delação

Sérgio Moro rebate afirmações de que estaria prejulgando acusados e politizando ações judiciais

Em meio a uma etapa crucial da investigação da Lava Jato, que culminou com a prisão do presidente do Grupo Odebrecht, o juiz Sérgio Moro fez a mais enfática defesa da operação. No despacho em que decretou a prisão preventiva do ex-diretor de Internacional da Petrobras, Jorge Zelada, Moro rebateu a tese de que estaria prendendo réus para forçar delações: " Jamais este Juízo pretendeu com a medida obter confissões involuntárias". Segundo Moro, suas decisões são tomadas com base em provas. (Política/Pág. A4)

Negado habeas corpus a Dirceu

Ex-ministro queria evitar que fosse alvo de ordem de prisão no âmbito das investigações sobre corrupção na Petrobras. Desembargador disse ser "inviável antecipar fato". (Pág. A4)

Parte do PMDB sonda PSDB sobre eventual gestão Temer

Em meio ao processo de descolamento do governo Dilma Rousseff, representantes do PMDB sondaram integrantes da cúpula do PSDB sobre apoio no caso de o vice Michel Temer assumir o comando do governo no lugar da petista em um eventual processo de impedimento. (Política/Pág. A5)

Gestão Haddad cumpre uma em cada quatro metas previstas

A um ano e meio do término do mandato, o prefeito Fernando Haddad (PT) cumpriu 1 em cada 4 compromissos de seu programa de metas. Balanço divulgado no site da Prefeitura mostra que das 123 metas, 32 foram integralmente cumpridas e 48 têm índice de execução superior a 50%. (Metrópole/Pág. E2)

Brasil apresenta tocha tecnológica

Com sistema que faz com que ganhe movimento e mude de cor quando chama é transmitida, a tocha da Olimpíada do Rio foi apresentada. Ela vai percorrer 300 cidades. (Págs. D2 e D3)



Ruas de Atenas têm disputa acirrada entre 'sim' e 'não'

A população de Atenas saiu às ruas ontem para protestar contra ou a favor as medidas de austeridade propostas pela Europa. Amanhã, um plebiscito vai decidir o futuro do país. (...) O primeiro-ministro Alexis Tsipras pediu que a população vote contra o plano dos credores. Pesquisas mostram empate técnico no plebiscito. (Economia/Pág. B4)


Paul Krugman

O 'não' da Grécia servirá como um saudável choque para a complacência das elites europeias. (Pág. B4)

Notas&Informações

A crise no mercado de trabalho

O que não se podia prever é que a deterioração fosse tão rápida e ampla como está sendo. (Pág. A3)

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Zero Hora


Manchete : Sartori estuda como privatizar estatais

Em entrevista ao colunista David Coimbra, governador diz que Estado terá de vender empresas par a enfrentar crise, mas só a partir de 2016 (Notícias | 8, 9 e 18)

Dilma tem que pôr o pé na rua, diz Lula

Ex-presidente, que reconheceu momento difícil para o país, falou em evento para petroleiros (Notícias | 10 e 11)

10 milhões devem votar em plebiscito

Gregos vão decidir amanhã se aceitam ou não acordo com credores de dívida do país (Notícias | 14)

"Moça do tempo" é vítima de racismo

Após ataques, Maria Júlia Coutinho, a Maju do Jornal Nacional, recebeu apoio de colegas e nas redes sociais (Sua Vida | 24)

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Folha de S. Paulo


Manchete : Dilma dá a Temer mais poder para negociar cargos

Objetivo da presidente é conter insatisfação do partido do vice, o PMDB, que ameaça romper com o governo

A presidente Dilma Rousseff (PT) deu ao vice Michel Temer (PMDB), seu articulador político, carta branca para cobrar de ministros o cumprimento de acordos de liberação de verbas de emendas parlamentares e nomeações para cargos. O objetivo da presidente é conter as ameaças do partido aliado de romper com o governo e retomar a eficácia da articulação política. Temer, que é presidente do PMDB, relatou a Dilma que um dos principais motivos das derrotas do governo no Congresso é que os acordos não estão sendo cumpridos no tempo demandado pelos parlamentares. Nos bastidores, o discurso é que o vice vai esperar até agosto para decidir o seu futuro no comando da articulação caso as demandas não sejam atendidas. Temer fará reunião na segunda (6) com a equipe econômica para fechar a liberação de R$ 5 bilhões para as emendas. No discurso, dirá que é mais barato liberar os recursos e evitar derrotas em votações estratégicas. Em São Paulo, o ex-presidente Lula afirmou que o governo tem de conversar com a população. Para ele, Dilma precisa “encostar a cabeça no ombro do povo”. (Poder a4)

Alckmin reduz a oferta de leite em projeto para criança carente

O governo paulista mudou a distribuição de leite a famílias carentes, informa Venceslau Borlina Filho. Desde o dia 1º, o programa que garantia 15 litros de leite por mês a crianças de seis meses a seis anos e 11 meses de idade passou a atender as de um ano a cinco anos e 11 meses. De 353 mil crianças beneficiadas, 37 mil foram excluídas. A gestão Alckmin (PSDB) afirma que a decisão foi “técnica”. (Cotidiano b1)

Teoria e prática

Em 2013, o assassinato de um jovem de 19 anos por outro de 17 levou Geraldo Alckmin a propor ao Congresso elevar o prazo máximo de internação de menores criminosos de três para oito anos, reacendendo o debate sobre a idade penal. Nesse caso, o autor do latrocínio foi solto pelo governo de SP após um ano e 11 meses. (Cotidiano b5)

Odebrecht gera antipatia pelos hábitos na prisão

Policiais da carceragem da Polícia Federal em Curitiba têm olhares distintos para os empreiteiros Marcelo Odebrecht e Otávio Azevedo (Andrade Gutierrez), presos na operação que apura corrupção na Petrobras. Odebrecht desperta antipatia pelos hábitos metódicos e o ar displicente. Já Azevedo é considerado “agradável”. (Poder a7)

Pedágio alto e falta de taxa de retorno atrasam concessões

Preços elevados de pedágio e indefinição sobre taxas de retorno atrasam o início de quatro concessões de rodovias lançadas pela presidente Dilma em junho. A demora das audiências públicas inviabiliza a realização dos leilões ainda neste ano. O governo disse que essas concessões estão em fase de ajustes. (Mercado a21)

Foto-legenda : Incerteza

Manifestantes fazem ato pelo ‘não’ ao acordo com credores, em Atenas; antes do plebiscito, gregos enfrentam filas nos bancos e estocam remédios e alimentos (Mercado a24)

Cerca de 500 cidades verão a tocha dos Jogos do Rio (b12)


Ronaldo Caiado

Uma nova eleição para Presidência é solução para crise

A gestão bolivariana dos governos do PT sinaliza para um passado que a agricultura quer esquecer. É preciso abraçar um projeto par a tirar o país da crise. Defendo a realização de nova eleição para a Presidência. (Mercado a3)

Editoriais

Leia “Laços reatados”, sobre visita da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos, e “A seleção que se cuide”, acerca de crise da equipe nacional. (Opinião A2)

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