SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

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31 de outubro de 2014

O Globo


Manchete : Governo age para acalmar base rebelde no Congresso

Mercadante chama Henrique Alves para discutir pauta da Câmara

Após derrubada de proposta que pretendia criar conselhos populares, Planalto abre negociação com aliados e pede lista de projetos que deputados pretendem votar ainda este ano

Após três dias de confronto aberto com líderes da base parlamentar, que já lhe custou, na Câmara, a derrubada do projeto que criar ia conselhos populares, a presidente Dilma Rousseff pediu ao ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que se reunisse com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Preocupado com decisões do Congresso que possam impactar as contas públicas, Mercadante pediu a Alves que remeta a ele a lista de projetos que a Casa quer votar até o fim do ano. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), também cobrou do governo mais diálogo: “Conversar não arranca pedaço”, afirmou. (Pág. 3)

Com alta de juros, dólar cai

Mercado reage bem à medida. Poupança volta a ser mais atrativa do que renda fixa

A alta de juros pelo BC, três dias após a reeleição da presidente Dilma, foi bem recebida pelo mercado: o dólar caiu 2,49%, para R$ 2,408, e a Bolsa subiu 2,52%. Com o juro maior, a poupança voltou a ser mais atrativa do que fundos de renda fixa. Analistas cobram agora um esforço fiscal, com corte de gastos. O governo estuda elevar o IPI de automóveis em 2015, mas ainda este ano poderá reduzir o imposto como medida emergencial para ajudar montadoras e turbinar a economia. (Págs. 23 a 25)

Beltrame ficará na Segurança

Após muita especulação sobre sua permanência, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, decidiu ficar no cargo para ampliar o projeto das UPPs, do qual foi idealizador. À frente da secretaria há 7 anos e10 meses, é o titular que mais tempo ocupou a pasta. (Pág. 12)

PSDB pede ao TSE auditoria em eleição

O PSDB pediu ontem ao TSE que a eleição presidencial seja auditada, alegando que, nas redes sociais, surgiram dúvidas sobre o resultado. (Pág. 5)

R$ 206 milhões em propinas

Empresas contratadas pela Petrobras depositaram R$ 206 milhões para três firmas de fachada usadas pelo doleiro Youssef no esquema. (Págs. 7 e 8)

Senado quer que Graça explique repasse à Bolívia (Pág. 8)


Celular no avião - Anac libera uso em pouso e decolagem (Pág. 30)


Ilimar Franco

Meirelles fora

Apesar de frequentar a bolsa de apostas para a Fazenda, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles não está na lista de possíveis convocações da presidente Dilma. Um ministro petista explica que ela não gosta de Meirelles, com quem teve duros embates quando ambos eram colegas no governo Lula. Ministros do Planalto apostam em um perfil do tipo Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo da pasta e economista com credibilidade no mercado. (Pág. 2)

Merval Pereira

Do virtual ao real

Saindo do mundo criado pelo marqueteiro João Santana e caindo na realidade que a propaganda oficial negou, a ponto de ter conseguido fazer com que a avaliação do governo Dilma subisse durante a campanha, o PT está se especializando em derrotar o PSDB por suas propostas econômicas para, em seguida, colocá-las em prática já com o mandato garantido. (Pág. 4)

Míriam Leitão

A visão de Pimentel

Governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel acha que é preciso corrigir o câmbio para que se possa aumentar a competitividade das exportações brasileiras. O petista entende que o governo tem que atrair o setor privado para financiar os investimentos, hoje concentrados nos bancos públicos. Pimentel diz ter boas relações com o senador Aécio Neves. (Pág. 24)

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Zero Hora


Manchete : Governo testa medidas para recuperar confiança

Alta do juro, primeiro gesto após reeleição de Dilma, fez dólar cair e bolsa subir. Sinais de ajuste fiscal e aumento de combustíveis reforçam busca por credibilidade. (Notícias | 30 e 35)

"O Rio Grande estava cansado dos partidos e da política"

Tarso Genro analisa a derrota do PT ao governo do Estado. (Notícias | 6 e 7)

Após a eleição, Congresso quer aumentar salário de parlamentares

Valor poderá passar de R$ 26,7 mil para 35,9 mil. (Notícias | 12)

Só no modo avião

Celular será liberado durante todo o voo. (Sua Vida | 40)

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Brasil Econômico


Manchete : Câmbio e minério levam Vale a ter prejuízo de R$ 3,38 bi

A mineradora bateu recorde de produção, mas com queda dos preços no mercado internacional apresentou redução de receita e EBITDA no terceiro trimestre. Apesar das dificuldades para prever o cenário para os próximos meses, a empresa aposta no crescimento de outros países asiáticos, como Indonésia e Tailândia, para compensar os efeitos da desaceleração das compras da China. (Págs. 8 e 9)

Bradesco tem lucro de R$ 3,9 bilhões

O Bradesco registrou nova alta no seu lucro trimestral, que fechou em R$ 3,95 bilhões, sem considerar efeitos extraordinários, como a perda com o Banco Espírito Santo. O resultado foi 28,2% maior do que no mesmo trimestre de 2013. (Pág. 14)

Câmara: reforma política não valerá para eleições de 2016

Prazo para que mudanças entrem em vigor no próximo pleito é outubro de 2015. Entidades não-governamentais que formam coalizão combatem texto que constitucionaliza o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. (Pág. 3)

Inflação resistente justifica a alta da Selic, dizem analistas

Economistas, entretanto, aguardam ata da reunião para entender a postura mais agressiva do Copom. (Pág. 4)

Melhora expectativa do consumidor, diz CNI

Tanto em relação à inflação quanto ao desemprego, há maior otimismo da população. Valor apurado pelo indicador é o melhor desde janeiro. Mas CNC teme crédito mais caro. (Pág. 6)

Mosaico Político

Gilberto Nascimento

PT EVITOU BATER EM ALCKMIN

Dirigentes do PT nacional admitem que o partido optou por não fazer uma campanha mais contundente no primeiro turno contra o governador de São Paulo,Geraldo Alckmin(PSDB), que acabou reeleito sem necessidade da segunda fase da disputa. Existia um temor de perder eleitores que votavam em Dilma Rousseff para presidente e no tucano para governador. (Pág. 2)

Sintonia Fina

Julio Gomes de Almeida

O AVANÇO DO CRÉDITO

O aumento da taxa básica de juros decidida na última quarta-feira pelo Banco Central vem em um momento em que começavam a aparecer sinais que, embora ainda muito tênues e passíveis de não serem confirmados, são indicativos de melhora no nível de atividade econômica. (Pág. 5)

O mercado como ele é...

Luiz Sérgio Guimarães

SINAL DE MUDANÇA DERRUBA DÓLAR

A decisão do Copom de subir a Selic de 11% para 11,25% provocou ontem expressiva queda do dólar. A moeda fechou cotada a R$ 2,4079, em desvalorização de 2,45%, não só porque a alta do juro básico irá atrair capitais estrangeiros, ampliando a oferta de dólares, mas porque foi entendida pelos analistas como um sinal do governo de que pretende alterar a política econômica. (Pág. 15)

Ponto Final

Octávio Costa

POR QUE TAMANHA JUDIAÇÃO?

(...) Dilma obteve 70% dos votos válidos do Nordeste, contra apenas 47,3% no Sudeste. Lá, a presidente abriu uma vantagem de 12 milhões de votos, o que foi mais do que suficiente para cobrir a diferença que Aécio conseguiu em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. (...) Ainda se discutirá muito a divisão regional dos votos. Obviamente, falo das análises sérias e não das sandices que circulam na internet. (Pág. 32)

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Folha de S. Paulo


Manchete : Claro, Vivo e Oi fecham acordo para comprar TIM

Negócio, que dividiria a empresa em três partes, pode chegar a R$ 31,5 bi

Num negócio que pode chegar a cerca de R$ 31, 5 bilhões, as operadoras Claro, Vivo e Oi fecharam acordo para a compra e a divisão em três da TIM Brasil. O negócio está sendo intermediado pelo banco BTG Pactual, relata Julio Wiziack. A entrega da proposta depende de a Oi vender a Portugal Telecom. É possível que isso ocorra na próxima semana. Com os R$ 22 bilhões que espera conseguir com essa outra transação, a Oi reduzirá sua dívida para entrar na oferta pela TIM. (...) A migração deve ser definida pela Anatel, que pode impor restrições ao negócio. (Mercado b5)


Para governo, aval do mercado à Selic dá tempo para Dilma agir

A decisão do Banco Central de subir os juros foi considerada pelo governo uma iniciativa correta, que faz a presidente Dilma ganhar tempo para definir, sem pressões do mercado, medidas para ajustar as contas públicas e escolher seu novo ministro da Fazenda. Os mercados reagiram bem. A Bolsa subiu 2, 5% e o dólar caiu para R$ 2,41. Dilma já encomendou a Guido Mantega um pacote de medidas na área fiscal. (Mercado b1)

Candidatos com dívidas pedem socorro a Dilma

Encerradas as eleições, candidatos a governador da base aliada pedem socorro à campanha de Dilma Rousseff (PT). O petista Alexandre Padilha, derrotado em São Paulo, é um exemplo: deve cerca de R$ 30 milhões. A prioridade, segundo o tesoureiro Edinho Silva, é saldar as dívidas do comitê da presidente. (Poder A4)

Em busca dos votos perdidos

A eleição não acabou em Içara (SC). Uma urna quebrou no primeiro turno, e os 287 votos dela desapareceram. Um candidato a deputado estadual nascido na cidade julga ter perdido a eleição por isso e pediu perícia na urna, aceita pela Justiça. O eleito, também do PSDB, considera a situação “estranha e desconfortável”. (Poder A6)

São Paulo começa ação por IPTU mais alto de imóvel ocioso

A Prefeitura de São Paulo começa a notificar nesta sexta (31) proprietários de imóveis ociosos no centro para cobrar IPTU progressivo. Quem não apresentar plano de ocupação terá o imposto dobrado e pode ter o imóvel desapropriado pela gestão Fernando Haddad (PT) —hipótese contestada por advogados. (Cotidiano C1)

TJ anula sentença contra funcionários de seguradora

O Tribunal de Justiça de SP anulou sentença que condenava grupo suspeito de fraude contra clientes da Porto Seguro. A decisão se deveu a um erro da juíza do caso, que condenara os réus por crime pelo qual eles não haviam sido denunciados. A magistrada afirmou ser normal haver anulação. Os réus foram liberados. (Cotidiano C4)

Eduardo Giannetti

Quem armou a encrenca que cuide dela agora

Se Lula 1 preparou o terreno para o avanço social em Lula 2, o estrago de Dilma 1 ameaça sepultar essa conquista em Dilma 2. Considerando a gravidade do quadro, não deixa de haver justiça na recondução de Dilma ao Palácio do Planalto. À vencedora, os pepinos. (Opinião A2)

L. C. Mendonça de Barros

Cabe à presidente a decisão de contar ou não com o setor privado para crescer (Mercado B12)

Editoriais

Leia “Seca bandeirante”, a respeito de crise hídrica em SP, e “Prazos de tolerância”, acerca de critério que diferencia o traficante do usuário de drogas. (Opinião A2)

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