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22 de setembro de 2018

O Globo


Manchete : Paulo Guedes quer ‘superpoderes’ para partidos na Câmara

Por ‘governabilidade’, guru de Bolsonaro defende que maioria da sigla decida todos os votos da bancada

ASCANIO SELEME

Principal assessor de Jair Bolsonaro (PSL), o economista Paulo Guedes defende a adoção de um sistema pelo qual a maioria dos deputados de uma sigla decida todos os votos do partido, se sobrepondo a escolhas individuais.

O objetivo seria facilitar a aprovação de projetos e garantir governabilidade, disse Guedes ao GLOBO. A ideia, rechaçada por especialistas, foi apresentada na reunião em que ele propôs a criação de imposto como a CPMF.

O economista disse ter acertado o mecanismo político com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que nega. (Página 4)

Delator: irmão de Ciro recebeu caixa dois em dinheiro

AGUIRRE TALENTO E BELA MEGALE

Executivo da Galvão Engenharia relata repasse de R$ 1,1 milhão a Lúcio Gomes, irmão de Ciro Gomes (PDT), em troca do pagamento de obras no governo do Ceará na gestão de Cid Gomes,outro irmão do presidenciável. Lúcio nega. (Página 7)

Candidatos rejeitam apelo de FH por união (Página 9)


Tarcísio (PSOL): ‘Problema do Rio não são as despesas’ (Página 8)


Merval Pereira

Momento é bom para discutir modos de votar (Página 2)

Situação de emergência na saúde do Rio

Os hospitais do Rio estão em colapso. Ontem, o Albert Schweitzer chegou a fechar as portas, e o Getulio Vargas foi alvo de protestos de parentes de idoso que, com dores de um câncer avançado, recebeu alta, faleceu em casa e retornou morto à unidade para ter atestado de óbito. (Página 11)


Alta da gasolina faz disparar frota de carros a gás no Rio

A alta do preço da gasolina, aliada ao desconto no IPVA, fez disparar o número de veículos no Rio convertidos ao Gás Natural Veicular (GNV). De janeiro a julho deste ano foram registradas 52.299 adaptações, 40% a mais que no mesmo período do ano passado. (Página 17)

Governadora de RR fecha acordo com Maduro em Caracas (Página 21)


Procurador dos EUA tinha plano para afastar Trump (Página 23)


Após três meses de queda, Rio cria 2.917 vagas (Página 19)


Miliciano diz que Escritório do Crime executou vereadora (Página 12)


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O Estado de S. Paulo


Manchete : Planos de Bolsonaro e Haddad criam perda bilionária para o IR

Cálculo aponta que queda de arrecadação seria de R$ 69,3 bi e R$ 38,7 bi

As propostas das campanhas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) de alterar o Imposto de Renda da Pessoa Física(IRPF) implicariam perdas de arrecadação que seriam de R$ 69,3 bilhões e de R$ 38,7 bilhões. O maior impacto é da proposta do economista Paulo Guedes, ligado a Bolsonaro, que prevê acabar com as alíquotas mais altas do IRPF e isentar quem ganha até cinco salários mínimos.

Segundo estimativas do economista Sérgio Gobetti, do Ipea, na mudança sugerida por Guedes, 11,2 milhões de pessoas passariam a ficar isentas e 6,1 milhões pagariam menos imposto. Já a perda de arrecadação embutida na proposta de Haddad de isentar de imposto quem ganha até cinco salários mínimos é menor, mas também elevada.

O economista Guilherme Mello, ligado a Haddad, diz que a ideia é criar faixas com alíquotas mais altas para quem ganha mais. A campanha de Bolsonaro não se pronunciou. Em 2017, a União arrecadou R$ 218,3 bilhões com o IRPF. (Política / Pág. A4)

Adriana Fernandes

O debate em torno da reforma tributária se transformou numa salada de propostas completamente desconectadas da realidade fiscal. (Economia / Pág. B4)

‘Se CPMF fosse boa, o mundo teria adotado’

SABATINA - Os Economistas das Eleições Persio Arida - Geraldo Alckmin - PSDB

Apesar de as contas públicas agonizarem, a retomada do País não passa pelo aumento de impostos, afirmou Persio Arida, coordenador econômico da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB). “Dá para fazer ajustes sem aumentar a carga tributária”, disse na FGV. (Pág. A8)

Bolsonaro diz que sai logo do hospital (Pág. A6)


Aécio recebe R$ 2 mi do fundo eleitoral (Pág. A10)


Gasto federal com estatais deficitárias sobe 125%

Os aportes do Tesouro às estatais que não geram receita suficiente para pagar suas próprias despesas aumentaram 125% entre 2009 e 2017. No total, os gastos foram de R$ 67,9 bilhões.

Entre essas 18 estatais há as que cumprem papel importante, como a Embrapa, e outras que praticamente não têm mais função, como a empresa que deveria cuidar do projeto do trem-bala. (Economia / Pág. B1)

PF prende libanês que financiaria o Hezbollah

Apontado pelos EUA como financiador do grupo islâmico Hezbollah, o libanês naturalizado paraguaio Assad Ahmad Barakat foi preso pela PF no Paraná. Barakat era considerado foragido pelo Paraguai desde agosto de 2017. (Internacional / Pág. A15)

Radiocirurgia é opção para câncer de pulmão

Estudo do Hospital Sírio-Libanês mostra que a radiocirurgia destrói o câncer de pulmão em 89% dos casos. O procedimento não invasivo é indicado para pacientes considerados frágeis e com tumor em fase inicial. (Metrópole / Pág. A20)

Consumo de bebida alcoólica cai no País (Metrópole / Pág. A19)


País cria 110 mil postos de trabalho em agosto (Economia / Pág. B8)


Temer viaja e Toffoli assume a Presidência (Política / Pág. A12)


Reunião em Caracas

A governadora de Roraima, Suely Campos (PP), fez acordo informal com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para repatriar venezuelanos. (Internacional / Pág. A16)

João Domingos

Apelo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso à união das candidaturas de centro parece ter vindo tarde demais. (Política / Pág. A6)

Notas & Informações

A dinâmica eleitoral

A polarização entre PSDB e PT, que presidiu os pleitos dos últimos 24 anos no País, parece ter chegado ao fim. (Pág. A3)

Pacto pela governabilidade

Descontados os arroubos de campanha, todos precisam se importar com as condições mínimas de governabilidade, e a principal é o equilíbrio das contas públicas. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo


Manchete : Bolsonaro defende assessor criticado por propor CPMF

'Tudo terá de passar pelo meu crivo', diz candidato, em 1a entrevista desde ataque

Na primeira entrevista desde que sofreu um atentado a faca há duas semanas, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) defendeu seu guru econômico, Paulo Guedes, que criou polêmica ao defender uma espécie de CPMF (o chamado imposto do cheque) em palestra.

“O Paulo segue firme”, disse a Igor Gielow, por telefone, sobre boatos de que o assessor poderia se afastar da campanha. Nesta sexta (21), Guedes cancelou uma série de eventos em que falaria sobre seus planos para a área econômica.

Segundo o candidato, Guedes nunca defendeu a volta da CPMF, que esteve em vigência de 1997 a 2007. “Isso é uma distorção. Ele apenas está estudando alternativas. Tudo terá de passar pelo meu crivo”, afirmou. Bolsonaro falou por quatro minutos com a Folha de seu quarto no hospital Albert Einstein, onde se recupera de duas cirurgias.

Ele tentou minimizar o mal-estar que a fala de Guedes criou na sua campanha.

“Se ele usa a palavra IVA (Imposto de Valor Agregado) e não CPMF, não tem confusão nenhuma. Parece uma boa ideia, vamos estudar. A alíquota única do IR para quem ganha mais é uma boa ideia”, disse, sobre propostas anunciadas por Guedes a investidores e reveladas pela Folha. (Eleições 2018 / Pág. A4)

Fernando Canzian

MINHA ELEIÇÃO

Em 1994, Brasil se dividiu entre plano liberal e estatizante

Nenhuma eleição pós redemocratização foi tão definidora como a de 1994. Além de contrapor pela primeira vez PSDB e PT, assentou as bases para a estabilização da economia. Foi também quando o país rachou entre dois projetos. (Eleições 2018 / Pág. A16)

Candidatos propõem conta individual de trabalhador para a Previdência (Eleições 2018 / Pág. A1)


União do centro sugerida por FHC é rechaçada por presidenciáveis (Pág. A6)


Com campanha enxuta, Marina Silva prevê gasto de R$ 67 mil com moda (Pág. A7)


Luís F. Carvalho Filho

Perdão a Lula não faria desaparecer o crime ( Pág. B3)

Urnas terão maior parcela de nomes inéditos em 12 anos

A eleição deste ano terá o maior percentual de candidatos inéditos desde o pleito de 2006. Considerando todos os cargos em disputa, a taxa de postulantes novatos é de 42,8%. Candidatos pela primeira vez representaram 39,7% em 2014,41,1% em 2010 e 38,8% em 2006. (Eleições 2018 / Pág. A10)

Letra de hino feita por Machado de Assis é encontrada

O pesquisador Felipe Rissato encontrou em um antigo jornal de Florianópolis uma letra para o hino nacional escrita em 1867 por Machado de Assis. Os versos inéditos foram feitos para celebrar o aniversário de 42 anos do imperador d. Pedro 2o. (Ilustrada / Pág. Cl)

Ódio não deve orientar o voto dos brasileiros, afirma Clinton

Em palestra em São Paulo, o ex-presidente dos EUA Bill Clinton recomendou aos brasileiros que não tomem decisões orientados pela raiva e pelo ódio.

“Não tente tomar decisão quando está nervoso, [pois] você nunca toma decisões acertadas”, disse sobre a eleição presidencial, uma das mais polarizadas da história. (Mundo / Pág. A20)

Polícia prende no Paraná suspeito de financiar Hizbullah

A Polícia Federal prendeu em Foz do Iguaçu Assad Barakat, acusado pelo governo dos EUA de ser financiador do Hizbullah, grupo considerado terrorista por Washington, Israel e União Européia. Barakat sempre negou associação com o terrorismo. (Mundo / Pág. A20)

E agora, Brasil? educação

Apesar do aumento de matrículas entre crianças e jovens, prevalecem os dados negativos do ensino; caderno discute mudanças estruturais e pontuais (Especial / Pág. 1)

Editorial

O centro de FHC

Sobre proposta de aliança contra Bolsonaro e PT.

A águia e o dragão

A respeito de conflito comercial entre EUA e China. (Opinião A2)

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